15/03/2014 - Será?

Eu e Flávia Celin estavamos chegando na festa. Estacionei a moto e encontrei com ela saindo do carro. Ela me pediu um cigarro e discutimos por que ela tinha ido para festa sem cigarro. Acordei e pensei: o primeiro sonho. Sei que virão outros. Não importa, acordei disposto a trabalhar, fazer minhas coisa e mais tarde um pouco de exercício no calçadão. Foi só um sonho.

14/03/2013 - e vc achando q tava tudo certo

Hoje veio a lição: não ache q a guerra acabou. Ainda falta muito. Acordei com uma vontade desesperadora de fumar. Apesar de saber que não vou fumar, que não há chance, que não volto a trás na minha jornada, a vontade te tira o norte e atrapalha a concentração a ponto de vc pensar em sair correndo. Mas depois de um pouco de reunião, trabalho, reunião trabalho e bons papos tudo passa. Mais um dia. Até agora

13/03/2013 - um dia fácil

Habitual (já?…rs) caminhada matinal, passeio com o dog, café da manhã e trabalho. A concentração no trabalho estava amplamente difícil, mas a vontade de fumar não apareceu. Nem depois do almoço. Nada. Uma tarde de trabalho e nada. A noite, resolvi “abusar” - uma dose de uísque. O álcool tocou a boca e tudo tremeu. Afastei o copo: ainda não dá para beber. Ainda bem que testei em casa, sob controle. Vamos dar mais um tempo. O dia foi tranquilo e fácil. Os próximos serão melhores. 

12/03/2014 - Ileso

Caminhada pela manhã e partiu trabalho. Chegando na empresa o novo hábito de subir direto para a agência se fez presente. Sem paradinha na garagem. Pela primeira vez a vontade de fumar não tinha mais controle sobre mim. Sempre presente, mas dizer não estava muito mais fácil. Depois do almoço a vontade veio e foi embora tão rápido que me surpreendi. A noite fui a um bar num aniversário. Não bebi, seria demais. Ainda não quero me colocar tão a prova.

11/03/2014 - não fumante

Acordei as 05h30 da manhã, as 06h15 estava pegando a estrada para Colatina. 135km de estrada vazia, som alto e uma ideia na cabeça “posso fumar que ninguém vai saber”. Eu vou saber. Minha resposta era sempre essa: estou fazendo por mim e por mais ninguém. Por mim. A concentração na estrada ajudou. A tremedeira atrapalhou. Cheguei ao destino. Duas horas de espera. O ócio é meu maior inimigo no momento. Jogos de celular. Viagem de volta. Pé na estrada. Parei pra comer. Terminei de comer. Tremia de vontade. Comprei um cigarro a varejo no caixa do restaurante. Sai e fiquei sentado olhando para ele apagado. Apoiei ele no banco e lá deixei: eu não fumo. De alguma forma comprar o cigarro, empunha-lo e decidir não acender me fez mais forte. A tarde de trabalho intenso e o cansaço extremo de um dia pesado fizeram o restante do serviço. Ufa.